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Europa Esta em Brasa

Europa esta em brasa,só se aguenta debaixo de água

A Europa está a enfrentar uma onda de calor extremo esta semana como já tínhamos informado.
Com França, Alemanha, Suíça e Bélgica a baterem recordes de temperatura em Junho.
Os termómetros vão mesmo ultrapassar os 40 graus em algumas cidades.


Os europeus aproveitam, por isso, todas as fontes de água para se refrescarem
Do ocidente ao leste, a Europa está envolta numa onda de calor vinda do Saara.
As temperaturas vão continuar a subir e os meteorologistas dizem que o fenómeno pode ser perigoso.

Em Roma, os turistas concentram-se junto à fonte de Trevi.

O pior é para quem trabalha no campo,obras…
Onda de calor chega a Espanha,Temperaturas podem atingir os 44 graus.
Dez províncias estão em alerta laranja e os especialistas aconselham a população a não sair de casa nas horas de maior calor.
verão ainda mal começou mas a Europa já está a braços com a primeira onda de calor do ano. Em Espanha, os termómetros começam a subir esta quarta-feira e podem chegar até aos 44 graus no fim de semana. Já foi decretado o alerta laranja em dez províncias espanholas.


Mapa da Península Ibérica

A culpa é de uma massa de ar quente proveniente de África que se vai instalar em Espanha até à próxima terça-feira, dia em que as temperaturas devem começar a descer.
Trata-se de ma massa de ar muito quente e seca combinada com pó, o que faz aumentar a sensação térmica, de acordo com os especialistas de Agência Estatal de Meteorologia (AEMET).
“Acho que vou ficar fechado no escritório, pois trabalho a poucos metros da fonte. Para mim hoje é um dia muito particular. Está muito calor”, afirma um romano.
Um turista acrescenta: “Nestes sítios onde há muita gente, torna-se realmente avassalador. Pode ser perigoso porque algumas pessoas podem ter insolações ou podem desmaiar”.
Este tipo de temperaturas é raro no mês de Junho, na Europa e o calor é ainda mais intenso nos centros das cidades. Os parques públicos são, como aqui em Badapeste, os locais mais frescos.
“Gosto mesmo do calor. Sim, como um gelado, que é muito bom para o calor”, diz deliciada uma estudante.
Uma funcionária dos transportes de Budapeste reclama: “Não há ar condicionado. Só tenho um pequeno ventilador que sopra o ar quente na cabina,é por isso que estou sentada aqui fora, porque estão 40 graus lá dentro”.Traumatizada pela vaga de calor mortífera de 2003, a França tentou preparar-se para as altas temperaturas.


Baía de Apúlia

As autoridades acionaram o plano contra a canícula, com vigilância de idosos, muita informação e distribuição de água em espaços públicos,ate a data de hoje já faleceram 3 pessoas.
Às ruas de Praga a frescura é uma benção que chega aravés da água despejada por auto-tanques e, na Áustria, os funcionários do Jardim Zoológico de Viena desdobram-se em esforços para proporcionarem aos animais diversas formas de se manterem frescos.
França se prepara para onda de calor com sensação térmica de até 50°C em Paris
As temperaturas devem começaram a subir nesta segunda-feira (24) em toda a França. Paris e região estão em alerta laranja, o penúltimo antes do nível máximo, de acordo com o serviço de meteorologia francês, Météo France. A responsável por esse fenômeno é uma massa de ar quente oriunda do deserto do Sahara e da Espanha, que chega no início da semana às regiões norte e noroeste do país.
A partir desta terça-feira, o calor atingiu todas as regiões francesas. O pico ocorreu na quarta e quinta-feira (26) e será caracterizado pelas temperaturas diurnas próximas de 40°C e nocturnas acima de 23°C. Apenas a parte do território francês banhada pelo Atlântico será poupada, onde os termómetros  devem ultrapassar 35°C.


Esta é a primeira vez que um episódio semelhante acontece em junho, no início do verão no hemisfério norte. Segundo as previsões meteorológicas, o recorde de temperatura de agosto de 2003, que matou 15.000 pessoas, pode se repetir. Na época, durante nove dias seguidos, Paris registou média de 39°C. Em 15% das cidades francesas, os termómetros ultrapassaram 40°C.

Sol e Nuvens

Nas grandes cidades, como é o caso da capital, o calor sempre é mais intenso, lembra o meteorologista Jean Jouzel, em entrevista à RFI. “No centro da capital, as temperaturas podem subir até três graus a mais do que no subúrbio ou outras regiões menos densas em termos populacionais. As diferenças podem chegar até 10°C”, explica. “Isso está ligado à existência de muitas superfícies que absorvem o calor nas cidades, como o concreto dos prédios e das ruas”, detalha. Segundo ele, o “calor urbano” gerado pelas construções também pode ser sentido à noite, diferentemente do campo, onde as temperaturas tendem a cair de maneira mais abrupta depois do pôr do sol. “Dentro de Paris, por exemplo, não refresca à noite”, ressalta.


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